Rio, tô chegando!

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16 lições de 2016

Quem acompanha o blog há mais tempo sabe que tenho o costume de escrever todos os anos sobre o que passou. Há pouco tempo, descobri que tenho uma coletânea de textos desde de 2008, cada um escondido em cada pasta do meu computador.

Foi muito nostálgico relê-los e ver como tem um pedacinho de mim em cada parágrafo. Tem um que cita Beatles, outro que compara música a um pote de geleia, outro que conta em detalhes como foi complicado tirar a minha carteira de motorista. Não importa a fase, esses textos sempre me deixam pensativa. É preciso resgatar um pouquinho de quem somos, não acha? É muito fácil nos perdermos.

Esse ano já começou com uma promessa de amadurecimento. Eu mal tinha me despedido de 2015 e 2016 já estava me enchendo de expectativas. Era hora de terminar a faculdade e finalmente enfrentar o mundo. Hora de virar adulta, entregar a tal da monografia, procurar um emprego, encarar a crise. Resumindo, que medo.

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Hoje, olhando para trás, só consigo pensar que falam demais e pouco é verdade. Sim, eu terminei a faculdade, mas eu já enfrento o mundo há muito tempo. Com passos pequenos, do jeitinho que cada fase sempre me demandou. E crescer não é simplesmente virar uma chavinha e pronto, sou adulta! Isso também leva tempo.

Aprendi e mudei muito. O impacto foi tão grande que, para ser muito sincera, o texto desse ano vai ter que ficar escondido em alguma pasta do meu computador, junto com os antigos. Mas, para não dizer que perdi o costume, fica aqui as minhas 16 lições de 2016.

1. Overthinking. Para quê? Não adianta, certas coisas vão acontecer do jeito que precisam acontecer, não importa o quanto você pense sobre elas.

2. Acredite, existe vida pós-monografia! (e aparentemente pós-faculdade também)

3. Sabe quando sua intuição te diz para não confiar? Pois é, não confie.

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4. Bancos: Um inferninho da vida adulta. Quanto menos contas abertas em bancos diferentes, melhor.

5. “Mais vale um gosto que um caminhão de abóboras.” Este é um velho ditado do meu avô e que meu pai repete muito. Confesso que só consegui entendê-lo por completo esse ano.

6. Show do Coldplay: Vá quantas vezes puder!  Continuar lendo

Photo Diary: Uberlândia

Há quanto tempo não tem um photo diary, em? Passei esse últimos dias em Uberlândia, a cidade em que nasci. É sempre muito bom vir e passar um tempo com a minha família.

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O final de semana já começou em clima de Natal – como vocês puderam perceber. Minha avó (assim como eu) ama enfeitar a casa – todo ano a decoração fica mais bonita. Eu sempre tento fazer algo do tipo em BH, mas nunca consigo chegar aos pés do seu capricho.

 

Vocês aí preocupados com a ceia e eu mais preocupada ainda com os lanches de fim de tarde. Casa de Vó não tem jeito, né? Foram alguns dias de muito descanso e bastante comilança (hehehe).

 

É claro que o peso na consciência acabou batendo (meio inevitável, eu diria), por isso fiz questão de correr todos os dias. O bairro onde minha família mora é muito tranquilo e cheio de ruas calmas para correr.

É meio diferente de Belo Horizonte em que eu, no mínimo, tenho que pegar o carro para achar uma rua sem muito movimento (e segura). Foi bom trocar a esteira alguns dias para a rua – o esforço físico é beem maior! Vocês também notam a diferença?

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Wynwood Walls e a arte de rua em Miami

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O Wynwood Walls era o primeiro item da minha lista de lugares para conhecer em Miami. Sem querer diminuir a beleza das praias e muito menos a arquitetura art-déco de alguns bairros da cidade, mas acontece que eu já namorava os grafites e fotos do Wynwood há muito tempo, antes mesmo de saber que ele fica em Miami. Fiquei feliz demais ao saber que finalmente ia conhecer esse lugar!

Mas afinal, o que é o Wynwood Walls?

Resumidamente, o Wynwood Walls é uma galeria de arte de rua a céu aberto. O espaço faz parte do bairro Wynwood (surpresa!), ao norte do centro de Miami. Ele é dividido em três distritos: Fashion District, Technology District e é claro, o Art District.

O bairro Wynwood nasceu na década de 50 com a chegada de imigrantes porto-riquenhos à região. Com o passar do tempo, a vizinhança e comércio cresceram e o bairro ficou conhecido como “El Bairro”. Durante muitos, o Wynwood foi abandonado, até que em 2009, Tony Goldman começou um projeto de revitalização na região.

 

 

 

 

 

 

 

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Orlando: Rápido, mas intenso!

Fiquei meio off esses dias porque definitivamente não sei descansar aqui. Na semana passada, o mundo virou de cabeça para baixo. Não vou entrar muito em detalhes, mas o resultado envolveu adicionar três dias de viagem em Orlando.


Foi uma correria sem fim ajeitar as coisas, passagem, hotel, etc., mas acabou dando tudo certo. Vou contando pra vocês com calma sobre a loucura que foram esses três dias em Orlando (afinal de contas, tem que fazer valer, né?), mas já adianto que foi intenso!

Gosto muito desse lugar.  ❤ Se pudesse, viria sempre para cá.

3 restaurantes imperdíveis em Palermo Soho

Como não consigo superar o Palermo Soho, aqui vão três dos meus restaurantes preferidos no bairro.

1. Ninina Bakery

 

Quem não ama um bom café? A Ninina Bakery é uma padaria muito fofa de Palermo Soho. Passamos por ela várias vezes nas nossas andanças pelo bairro, mas só depois de muito namorar os cookies que ficavam na janela, resolvemos entrar e tomar um café.

O ambiente e o atendimento são muito agradáveis, sem contar a comida. Provei alguns doces, mas que já foram suficientes para me fazer querer voltar várias vezes. Vale a pena conhecer essa bakery que é uma das mais famosas do bairro!

 

2. La Panera Rosa

Imagine um restaurante cheio de pratos e lanches bons. Esse é o Panera Rosa.

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Photo Diary: São Paulo

Olha a autora sumindo de novo, meu Deus! Vocês já devem ter até acostumado. No começo do semestre, sempre fico um pouco apertada na rotina e infelizmente diminuo um pouco o ritmo no blog. Acho que não sou a única aqui que demora um pouquinho para sair do clima das férias, né? Além disso, esse é o meu último semestre na faculdade (amém!), então vocês podem imaginar a correria com a conclusão do curso também. 

Para compensar a ausência, pelo menos tem novidade no fim do post.

Quem acompanha meu Instagram (@maridx, me segue lá!) deve ter percebido que viajei no final de semana passado. Passamos dois dias em São Paulo. Foi bem na correria, mas vocês já sabem que eu tenho zero problema com isso. O que vale é ir para algum lugar diferente. 🙂

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Começamos o dia no famoso Beco do Batman, uma rua toda grafitada do Vila Madalena. O bairro é conhecido por ser meio alternativo e ter sido revitalizado há pouco tempo. São vários restaurantes, bares, galerias de artes e lojas diferentes. Tem espaço para todos os gostos!

Visitei algumas lojas ali em volta e encontrei um antiquário fora de sério.
Por sorte, minha mala era pequena, senão teria comprado muita coisa, hehe.  Continuar lendo