Um pouco de matemática

Esses dias, estava um pouco livre no estágio e uma coisa me veio à cabeça – não sei se todos sabem, mas eu estudo economia e isso faz com que, de vez em quando, eu me perca pensando em números.

Normalmente, o ano têm duzentos e cinquenta e dois dias úteis – vamos desconsiderar exceções para não complicar a nossa vida, rs. Quase sempre uma pessoa que trabalha recebe trinta dias para tirar férias – eu sei que existem lugares que disponibilizam um período maior, mas de novo, vamos simplificar. Isso significa que subtraindo esse período free do ano útil e fazendo a proporção, nós trabalhamos em média sete dias para ganhar um dia de descanso.

Essa proporção de sete dias trabalhando para acumular dias de férias me deixou um pouco assustada. E eu digo isso porque estou tão acostumada a ver as pessoas infelizes em seus empregos, odiando suas funções e não entendendo a finalidade do que fazem que eu fiquei pensando, “eu preciso ser assim também?” Fui com a pergunta pra casa e fiquei remoendo esses números um pouquinho.

IMG_4316

Eu tive muita sorte na hora de escolher o meu curso, mesmo. Economia é um caso de amor que não consigo explicar. Fico encantada com os números, os debates, o desenvolvimento dos raciocínios e a mistura do analítico e humano que a área demanda. Mas isso não significa que eu já saiba em qual área da economia eu quero atuar. Não sei se quero passar meus dias em um escritório, operar na Bolsa de Valores, me mudar para fora ou continuar no Brasil, ser uma figura acadêmica, uma concursada política, simplesmente abrir uma livraria com um café em uma esquina bonita da Savassi ou sair viajando por aí. São essas e muitas outras opções e todas elas de algum jeito me interessam.

Continuar lendo

Anúncios

2014

Desde 2010, eu sempre escrevo alguma coisa refletindo sobre o ano que passou. Chega a ser até curioso, mas esse hábito tão comum para mim, que só quatro anos depois percebi que ele vem se repetindo ano após ano.

Queria poder dizer que sentar e tentar colocar em palavras esses trezentos e sessenta e cinco dias que passaram é fácil, como foram as últimas vezes, mas não é. Tanto aconteceu em 2014! E sim, tenho plena consciência de que hoje já é dia 13, e talvez essa reflexão esteja um pouquinho atrasada. Mas pra mim, continua sendo muito plausível, afinal certas coisas demandam mais um pouquinho de tempo mesmo. Image-1 Continuar lendo

Kia ora!

Você provavelmente está se perguntando porque o meu primeiro post tem esse nome meio incomum. Quando eu fui a Nova Zelândia, aprendi muito a respeito da cultura Maori – os indígenas da terra. Meu primeiro contato com eles acontecem ainda no aeroporto, quando uma moça bastante peculiar me disse “Kia ora!”. Sinceramente, eu não entendi nada. Preferi aceitar minha condição de intercambista e aceitar aquilo como uma palavra do vocabulário inglês que eu não conhecia.

Após um dia andando e descobrindo o que há em Auckland, estava na hora de voltar para o aeroporto e voar para Christchurch – meu destino final. De novo, uma outra moça repetiu aquela curiosa frase para mim “kia ora!” e percebi que todos os estrangeiros recebiam o mesmo cumprimento.

64349_447245774118_8082722_n

Por que não jogar isso no bom e velho Google e descobrir o que significava? Foi exatamente o que fiz. Kia ora no sentido literal quer diz “fique bem/saudável”. Confesso que fiquei um pouco desapontada com essa primeira definição. Até que encontrei um site sobre essa cultura fantástica explicando que a expressão significa “Hello my good friend!” ou então um simples oi :). Os kiwis (neozelandeses) tem esse hábito super legal de dizer isso aos seus visitantes.

Acredito que o título do post faça muito mais sentido agora! Estou animada e ansiosa para dar uma chance a blogsfera de novo. Falarei principalmente sobre viagens, e ainda meu dia-a-dia, estilo de vida, lugares bonitos, música, filmes, e por aí vai.. Conto com a sua ajuda para preencher as páginas e melhorar isso aqui cada vez mais!

74102_469744309118_5047773_n

Kia ora!