Photo Diary: Universal Studios e Islands of Adventure

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Depois de tanto tempo, finalmente um novo photo diary! Como contei para vocês nesse post, tive a chance de fazer uma viagem bem rápida para Orlando com a minha família no ano passado. Estou com essas fotos editadas há séculos, mas só agora consegui organizar todos os posts que queria fazer – a crise de criatividade passou! Enfim, vamos lá.

Estávamos hospedados em um hotel dentro do complexo da Universal, por isso começamos o dia bem mais cedo. Assim como nos hotéis da Disney, a hospedagem nos hotéis da Universal te dá o direito de chegar uma hora mais cedo nos parques.

Corri para o Wizarding World of Harry Potter sim ou com certeza?

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Para melhorar a nossa sorte (e eu julgo isso como sorte mesmo!), o dia estava bastante nublado e até um pouco chuvoso, por isso os parques estavam vazios. Péssimo para tirar fotos, mas maravilhoso para não pegar filas, né? Em menos de duas horas já tínhamos passado por todas as atrações do parque do Harry Potter.

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Como optamos pelo ingresso com acesso aos dois parques, andamos por toda Hogsmeade e depois acabamos voltando para o Universal Studios.

Assim que chegamos, assistimos uma parada com os personagens do Bob Esponja (com direito a selfie com o Patrick!) e logo em seguida, fomos atrás das atrações mais famosas do parque, como o simulador dos Minions, o Twist e o E.T. Adventure. Confesso que já fui nesses brinquedos milhares de vezes, mas nunca me canso!

O tempo já estava um pouquinho melhor, então o parque já estava começando a encher também.

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Depois de ir em todas as atrações que queríamos, era hora de matar saudade do Islands of Adventure! Quando eu era pequena, esse era de longe o meu parque preferido do complexo, mas de uns tempos para cá, tenho ficado mais empolgada com o Universal Studios. É claro que o Islands é de tirar o fôlego também, mas quem entende?

Achei ótimo que tive a chance de conhecer a área do parque que conta a história do “Cat in The Hat”, a Seuss Landing. É um espaço voltado para crianças menores, mas é super colorido e conta com atrações muito bonitinhas. É bem diferente do resto do parque, mas vale a pena conhecer também.

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Café da manhã na Padaria Seleve

Há tempos queria conhecer a Seleve, uma padaria artesanal especializada em produtos sem glúten e lácteos.

Tenho a impressão que cada vez mais as pessoas têm buscado uma alimentação saudável. Algo que tem chamado bastante a minha atenção é a quantidade de alimentos sem glúten e lactose que estão aparecendo no nosso dia-a-dia dada essa mudança de hábitos. Entretanto, como convivo com pessoas alérgicas ao leite e ao glúten, eu bem sei que nem sempre estes produtos são muito confiáveis.

Apesar disso, é impossível não ficar feliz em ver como a indústria tem cada vez mais pensado em alimentos alternativos para quem tem esse tipo de restrição alimentar ou opta por esse estilo de vida. Há alguns anos, tenho certeza que era tudo mais difícil.

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Por isso, fiquei super feliz ao ver o cuidado e o carinho que a Seleve tem com a proposta que oferece aos seus clientes.

Assim que cheguei, a garçonete se apresentou e então me explicou que a padaria é totalmente voltada para pessoas com doença celíaca e intolerância/alergia à lácteos. A equipe é tão cuidadosa, que não é permitido se alimentar dentro da Seleve com produtos que não tenham sido produzidos ali para evitar o risco de contaminação.

É um alívio para quem precisa lidar com essas restrições, não é?

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Por que nos cobramos tanto?

Sobre ansiedade, comparações e uma vida mais leve.

Há algum tempo venho notando como o tema “ansiedade” tem se tornado comum entre as pessoas. Uma parte de mim fica se perguntando até que ponto esse assunto não se tornou mais um acelerador de views e likes, enquanto outra defende que sim, precisamos falar sobre isso.

Esses dias, uma amiga me mandou um vídeo no Youtube sobre ansiedade. Nós tínhamos assistido aos vídeos dessa blogueira praticamente o domingo inteiro, então quando recebi o link, em momento algum passou pela minha cabeça que o assunto fosse de algum modo me impressionar. Fui um pouco inocente.

Quando terminei, fiquei pensando como nada é o bastante para nós mesmos. Já repararam como estamos constantemente nos cobrando e nos comparando aos outros? Coincidentemente, no dia seguinte, li um texto que nos comparava àquele chefe chato que fatalmente todo mundo vai encontrar um dia – aquele que só consegue apontar os defeitos e não reconhece as conquistas de sua equipe.

Sabe quando acende uma luzinha na sua cabeça? Fiquei me perguntando, “Quando nos tornamos chefes de nós mesmos?”

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Você acorda cedo, mas nervoso porque não levantou cedo o suficiente para ir na academia. Promete a si mesmo que vai recompensar a “falta de esforço” no trabalho, mas fica desapontado por não ter respondido a mensagem de um amigo no segundo em que ele precisou de ajuda.

Quando chega ao fim do dia, você fica chateado por não ter adiantado todas as suas tarefas da semana. “Poxa, o que custa ficar um ou dois dias adiantado no cronograma?” E assim, você decide ficar meia horinha a mais no trabalho.

Num piscar de olhos, a meia horinha virou duas horas. E sim, você também fica bravo porque passou tempo demais trabalhando! Então, alguém te chama para ir naquele restaurante legal que você viu no Instagram e você acaba aceitando o convite, afinal isso pode melhorar o seu dia. Acontece que você nem terminou de ler o cardápio e já está se perguntando se não devia voltar para casa para dormir oito horas antes de começar tudo de novo.

E assim seguimos nesse looping é infinito. Talvez você não tenha um trabalho, mas tenha a faculdade que te deixa desanimado por não ter tirado total em uma prova. Talvez você não goste de ir na academia, mas fique o dia inteiro pensando no chocolate que não devia ter comido porque estava de TPM. As situações se adaptam e no fim do dia estamos sempre insatisfeitos com alguma coisa – mesmo nos esforçando muito para que tudo saia do jeito que planejamos.Leia mais »

E esse frio chegando?

Friozinho chegando e eu estou como? Isso mesmo, enrolada no cobertor e com uma xícara de chá verde saindo fumaça em cima da mesa. ♡

Essas fotos com tons pasteis invadiram o meu tumblr nos últimos dias – acho que é o meu inconsciente reforçando o meu amor pelas cores dessa época do ano. Aliás, não só das cores, não é? O vento gelado, a desculpa perfeita para coar um café a qualquer hora, os suéteres pesados fora do armário, as manhãs de céu azul sem nuvens. Como gosto desse tal de outono!

Vah Gogh Mood

“Where do you think Van Gogh rates in the history of art?”

“Well.. Big question, but, to me Van Gogh is the finest painter of them all. Certainly the most popular, great painter of all time. The most beloved, his command of colour most magnificent. He transformed the pain of his tormented life into ecstatic beauty. Pain is easy to portray, but to use your passion and pain to portray the ecstasy and joy and magnificence of our world, no one had ever done it before. Perhaps no one ever will again. To my mind, that strange, wild man who roamed the fields of Provence was not only the world’s greatest artist, but also one of the greatest men who ever lived.” ♡