Here’s To The Fools Who Dream

Sobre sonhos, decisões e o queridinho do cinema, La La Land.

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Ontem, assisti La La Land.
E foi um tapa na cara. Daqueles bem dados.

Para aqueles que não sabem, o filme se passa em Hollywood e conta a história de uma atriz e um músico. Muitas pessoas diriam que este é um romance, mas não o encaro assim. Esse é um filme sobre sonhos.

Toda a narrativa envolve o fato de que Mia e Sebastian são sonhadores. Claro, você passa o filme inteiro torcendo para que o casal seja feliz, mas também fica se remoendo na poltrona para Mia finalmente conseguir um papel e Sebastian abrir o seu clube de jazz.

Eles se esforçam para alcançar seus sonhos. Eles quebram a cara. Sebastian não pode tocar suas músicas preferidas. Os entrevistadores não olham para Mia. E mesmo assim, eles estão se esforçando dia após dia. E aí você pensa, “E eu? Estou fazendo isso ou me acomodei?”

La La Land retrata os sonhos de uma maneira muito real. Sonhos são passados para trás. Conquistá-los é um processo demorado – requer trabalho duro, persistência, paciência e coragem. Em mundo tão ansioso e constantemente em mudança, é normal nos esquecermos disso. Obrigada Mia e Sebastian por me lembrarem.

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La La Land também é um filme sobre escolhas. Ele nos conta sobre como podemos mudar os nossos caminhos e optar por outro destino. Podemos tomar decisões que nos afastem temporariamente (ou eternamente) daquilo o que queríamos. E tudo bem, algumas pessoas fazem isso. Assim como outras também optam por correr com unhas e dentes atrás de seus objetivos.

Toda ação tem uma reação, toda escolha tem um efeito.

O livre arbítrio nos traz a sensação de liberdade, mas ele tem suas consequências. Nesse ponto, o filme é muito realista e sincero. Fiquei pensando como cada escolha que fiz até hoje impactou a vida que tenho hoje e.. É de tirar o fôlego refletir sobre isso! Para onde foram vários dos meus antigos sonhos? E os atuais? Para onde será que eles vão me levar? Não quero dar spoilers, mas quem assistiu o La La Land sabe do que estou falando.

Emma e Ryan, vocês conquistaram meu coração. De novo.
E eu não imaginava que vocês poderiam fazer isso tantas vezes.

Há muito tempo não saía de um filme tão reflexiva e, ao mesmo tempo, inspirada. La La Land é um filme para ver, rever, cantar junto e até chorar (e como!). É para sair do cinema pensando “O que estou fazendo com a minha vida?”. É se sentir um pouco mais pé no chão sobre os resultados de nossas escolhas. Por fim, é tudo uma reflexão muito positiva.

Esse é um filme para se apaixonar, torcer pelos protagonistas e vibrar muito com suas conquistas. É para sair do cinema com vontade de escutar a trilha sonora de novo. Não é atoa que La La Land é recordista do Globo de Ouro e recebeu o mesmo número de indicações ao Oscar que o Titanic.

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Mood: Golden Hour

Ando completamente obcecada! ♡

De uns tempos para cá, comecei a notar que o meu tumblr, pinterest, fundo e descanso de tela só têm salvos imagens com tons dourados – e olha que não é nem proposital. A Golden Hour é há tempos a queridinha dos fotógrafos quando o assunto é fotografar usando a luz do dia. As cores do fim da tarde sempre trazem esse efeito aconchegante e colorido para as fotos. Eu sempre prefiro sair para fotografar nesse horário e aproveitar os tons dourados do crepúsculo, mas não sabia que estava ficando tão apaixonada assim!

 

16 lições de 2016

Quem acompanha o blog há mais tempo sabe que tenho o costume de escrever todos os anos sobre o que passou. Há pouco tempo, descobri que tenho uma coletânea de textos desde de 2008, cada um escondido em cada pasta do meu computador.

Foi muito nostálgico relê-los e ver como tem um pedacinho de mim em cada parágrafo. Tem um que cita Beatles, outro que compara música a um pote de geleia, outro que conta em detalhes como foi complicado tirar a minha carteira de motorista. Não importa a fase, esses textos sempre me deixam pensativa. É preciso resgatar um pouquinho de quem somos, não acha? É muito fácil nos perdermos.

Esse ano já começou com uma promessa de amadurecimento. Eu mal tinha me despedido de 2015 e 2016 já estava me enchendo de expectativas. Era hora de terminar a faculdade e finalmente enfrentar o mundo. Hora de virar adulta, entregar a tal da monografia, procurar um emprego, encarar a crise. Resumindo, que medo.

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Hoje, olhando para trás, só consigo pensar que falam demais e pouco é verdade. Sim, eu terminei a faculdade, mas eu já enfrento o mundo há muito tempo. Com passos pequenos, do jeitinho que cada fase sempre me demandou. E crescer não é simplesmente virar uma chavinha e pronto, sou adulta! Isso também leva tempo.

Aprendi e mudei muito. O impacto foi tão grande que, para ser muito sincera, o texto desse ano vai ter que ficar escondido em alguma pasta do meu computador, junto com os antigos. Mas, para não dizer que perdi o costume, fica aqui as minhas 16 lições de 2016.

1. Overthinking. Para quê? Não adianta, certas coisas vão acontecer do jeito que precisam acontecer, não importa o quanto você pense sobre elas.

2. Acredite, existe vida pós-monografia! (e aparentemente pós-faculdade também)

3. Sabe quando sua intuição te diz para não confiar? Pois é, não confie.

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4. Bancos: Um inferninho da vida adulta. Quanto menos contas abertas em bancos diferentes, melhor.

5. “Mais vale um gosto que um caminhão de abóboras.” Este é um velho ditado do meu avô e que meu pai repete muito. Confesso que só consegui entendê-lo por completo esse ano.

6. Show do Coldplay: Vá quantas vezes puder!  Continuar lendo

Photo Diary: Uberlândia

Há quanto tempo não tem um photo diary, em? Passei esse últimos dias em Uberlândia, a cidade em que nasci. É sempre muito bom vir e passar um tempo com a minha família.

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O final de semana já começou em clima de Natal – como vocês puderam perceber. Minha avó (assim como eu) ama enfeitar a casa – todo ano a decoração fica mais bonita. Eu sempre tento fazer algo do tipo em BH, mas nunca consigo chegar aos pés do seu capricho.

 

Vocês aí preocupados com a ceia e eu mais preocupada ainda com os lanches de fim de tarde. Casa de Vó não tem jeito, né? Foram alguns dias de muito descanso e bastante comilança (hehehe).

 

É claro que o peso na consciência acabou batendo (meio inevitável, eu diria), por isso fiz questão de correr todos os dias. O bairro onde minha família mora é muito tranquilo e cheio de ruas calmas para correr.

É meio diferente de Belo Horizonte em que eu, no mínimo, tenho que pegar o carro para achar uma rua sem muito movimento (e segura). Foi bom trocar a esteira alguns dias para a rua – o esforço físico é beem maior! Vocês também notam a diferença?

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Insta-favorites #3

  1. @tododiaumprint

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Esse feed é definitivamente um dos meus preferidos! O Todo Dia Um Print é uma iniciativa super legal da Anna de nos mostrar que um mix de estampas sempre cai bem.

2. @paulaferraz

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A Paula é uma mineirinha super simpática que se mudou para Berlim há um tempinho. Seja pelo seu instagram, blog ou no Youtube, acho um amor acompanhar o seu dia-a-dia na Alemanha!

3. @raira

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Sabe quando todas as fotos de uma pessoa te fazem morrer de vontade de entrar em um avião? Seja no Rio de Janeiro, LA, São Paulo, ou qualquer outro destino, as fotos da Raíra sempre me impressionam. Vale o clique! Continuar lendo