Wynwood Walls e a arte de rua em Miami

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O Wynwood Walls era o primeiro item da minha lista de lugares para conhecer em Miami. Sem querer diminuir a beleza das praias e muito menos a arquitetura art-déco de alguns bairros da cidade, mas acontece que eu já namorava os grafites e fotos do Wynwood há muito tempo, antes mesmo de saber que ele fica em Miami. Fiquei feliz demais ao saber que finalmente ia conhecer esse lugar!

Mas afinal, o que é o Wynwood Walls?

Resumidamente, o Wynwood Walls é uma galeria de arte de rua a céu aberto. O espaço faz parte do bairro Wynwood (surpresa!), ao norte do centro de Miami. Ele é dividido em três distritos: Fashion District, Technology District e é claro, o Art District.

O bairro Wynwood nasceu na década de 50 com a chegada de imigrantes porto-riquenhos à região. Com o passar do tempo, a vizinhança e comércio cresceram e o bairro ficou conhecido como “El Bairro”. Durante muitos, o Wynwood foi abandonado, até que em 2009, Tony Goldman começou um projeto de revitalização na região.

 

 

 

 

 

 

 

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Praça da Liberdade, Ipês & Theo

Para aproveitar a manhã linda que fez hoje, eu e umas amigas resolvemos levar esse pequeno – também conhecido como Theo, pra passear. A ideia era ver os ipês da Praça da Liberdade, mas é lógico que ele acabou roubando a atenção da minha câmera (e da maioria das pessoas que passeavam por ali também).

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Acho que já comentei várias vezes por aqui (e no Instagram, Tumblr, e provavelmente todas as minhas outras redes sociais, hehe) que esse início de inverno é uma das minhas épocas preferidas do ano. Mas tem como não amar? O frio mal chegou – apesar de hoje estar bem quente, e os ipês já começam a deixar a cidade mais bonita. Preciso admitir que essa é uma das coisas que mais gosto em BH. A cada dia mais uma árvore aparece colorida pela cidade. É muito difícil não ficar admirada. 🙂

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Barcelona: Passeig de Gracia

O Passeig de Gracia é uma das mais famosas (e lindas!) avenidas de Barcelona. Ela reúne algumas obras do arquiteto Antoni Gaudi, um grande percursor do modernismo catalão, como a Casa Batlló e a Casa Milà. É muito interessante ver o contraste gritante entre o moderno e o tradicional nas construções do lugar – ainda mais porque as calçadas contam com as lojas de grandes marcas do mundo da moda, como Chanel, Louis Vuitton, Loewe, Burberry, Hermés, Dolce Gabbana, Valentino, e muitas outras mais.

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Pra ser muito sincera, não dei muita importância para as lojas… Fiquei fascinada pela singularidade do lugar – era o meu primeiro dia em Barcelona e eu nunca tinha visto nada parecido com as obras do Gaudi. Admito que depois de conhecer o lugar tive uma leve vontade de estudar arquitetura (era o meu ano de vestibular), mas a curiosidade não foi o bastante para me convencer a mudar de curso. Ainda assim, pesquisei muito na época sobre ele e suas obras. Sabia que durante muito tempo ele foi considerado um louco? Acho que a maioria das grandes mentes são.

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O próximo post de Barcelona será sobre o Camp Nou. 🙂

Praia da Reserva

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Mais um final de semana no Rio e mais lugares incríveis pra conhecer. De novo, foi bem rápido, mas sempre vale muito a pena passar uns dias na cidade maravilhosa. É muito bom como isso tem se tornado mais frequente de uns tempos pra cá :o)

No domingo, passamos o fim da tarde na Praia da Reserva, entre a Barra da Tijuca e a praia do Recreio. Quem é carioca com certeza sabe de onde estou falando, mas para os leigos como eu, essa é uma praia bem tranquila, pois é afastada do centro e não existe transporte público até ela. Ela tem esse nome justamente porque fica numa reserva ecológica (derrrr) e por isso é muito limpa. A areia é muito fofa, a água límpida e cheia de peixes, e por causa do difícil acesso, bem vazia. Existem alguns quiosques espalhados pela extensa orla, mas nada comparado com as praias do Leblon, Copacabana ou até mesmo a própria praia da Barra. Apesar da dificuldade para chegar até lá (até com o carro é complicado, pois é difícil estacionar em alguns pontos da praia), vale muito a pena!

Chegamos na praia da Reserva por volta das 16 horas – acabamos demorando um pouco demais no almoço, hehe. Mas acho que no final, foi até melhor chegar mais tarde, assistimos a um pôr-do-sol fantástico! Não íamos conseguir entrar no mar de qualquer jeito porque (acreditem ou não) tava muito frio! Nunca pensei que fosse falar isso sobre o Rio de Janeiro, mas nesse final de semana, eu estava dormindo com o ar condicionado desligado e com um cobertor pesado. Loucura, né? Mas tudo bem esse frio, é bom que a praia da Reserva entra pra lista de coisas para fazer na próxima visita.

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