O Ano Em Que Disse Sim, por Shonda Rhimes

O Ano Em Que Disse Sim é o livro escrito pela Shonda Rhimes, a dona do horário nobre da televisão americana. Pode ser que esse nome não lhe soe familiar, mas você com certeza conhece ou já ouviu falar sobre o seu trabalho. Shonda é a escritora e produtora das séries: Grey’s Anatomy, Scandal, How To Get Away With Murder e Private Practice. Ela também é dona da empresa Shondaland, que recentemente fechou um contrato milionário com a Netflix para o streaming de suas séries. Imagina o poder dessa mulher, né?

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Apesar de todo o seu sucesso, em um certo ponto de sua vida, a Shonda percebeu que era uma pessoa extremamente tímida, insegura e até um pouco medrosa quando o assunto era enfrentar o novo. Foi assim que, quando ela se deu conta do que estava fazendo consigo própria, ela resolveu se desafiar a dizer sim para as oportunidades que apareciam no seu caminho e ela nunca teve coragem de aceitar. Continuar lendo “O Ano Em Que Disse Sim, por Shonda Rhimes”

Vah Gogh Mood

“Where do you think Van Gogh rates in the history of art?”

“Well.. Big question, but, to me Van Gogh is the finest painter of them all. Certainly the most popular, great painter of all time. The most beloved, his command of colour most magnificent. He transformed the pain of his tormented life into ecstatic beauty. Pain is easy to portray, but to use your passion and pain to portray the ecstasy and joy and magnificence of our world, no one had ever done it before. Perhaps no one ever will again. To my mind, that strange, wild man who roamed the fields of Provence was not only the world’s greatest artist, but also one of the greatest men who ever lived.” ♡

Here’s To The Fools Who Dream

Sobre sonhos, decisões e o queridinho do cinema, La La Land.

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Ontem, assisti La La Land.
E foi um tapa na cara. Daqueles bem dados.

Para aqueles que não sabem, o filme se passa em Hollywood e conta a história de uma atriz e um músico. Muitas pessoas diriam que este é um romance, mas não o encaro assim. Esse é um filme sobre sonhos.

Toda a narrativa envolve o fato de que Mia e Sebastian são sonhadores. Claro, você passa o filme inteiro torcendo para que o casal seja feliz, mas também fica se remoendo na poltrona para Mia finalmente conseguir um papel e Sebastian abrir o seu clube de jazz.

Eles se esforçam para alcançar seus sonhos. Eles quebram a cara. Sebastian não pode tocar suas músicas preferidas. Os entrevistadores não olham para Mia. E mesmo assim, eles estão se esforçando dia após dia. E aí você pensa, “E eu? Estou fazendo isso ou me acomodei?”

La La Land retrata os sonhos de uma maneira muito real. Sonhos são passados para trás. Conquistá-los é um processo demorado – requer trabalho duro, persistência, paciência e coragem. Em mundo tão ansioso e constantemente em mudança, é normal nos esquecermos disso. Obrigada Mia e Sebastian por me lembrarem.

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La La Land também é um filme sobre escolhas. Ele nos conta sobre como podemos mudar os nossos caminhos e optar por outro destino. Podemos tomar decisões que nos afastem temporariamente (ou eternamente) daquilo o que queríamos. E tudo bem, algumas pessoas fazem isso. Assim como outras também optam por correr com unhas e dentes atrás de seus objetivos.

Toda ação tem uma reação, toda escolha tem um efeito.

O livre arbítrio nos traz a sensação de liberdade, mas ele tem suas consequências. Nesse ponto, o filme é muito realista e sincero. Fiquei pensando como cada escolha que fiz até hoje impactou a vida que tenho hoje e.. É de tirar o fôlego refletir sobre isso! Para onde foram vários dos meus antigos sonhos? E os atuais? Para onde será que eles vão me levar? Não quero dar spoilers, mas quem assistiu o La La Land sabe do que estou falando.

Emma e Ryan, vocês conquistaram meu coração. De novo.
E eu não imaginava que vocês poderiam fazer isso tantas vezes.

Há muito tempo não saía de um filme tão reflexiva e, ao mesmo tempo, inspirada. La La Land é um filme para ver, rever, cantar junto e até chorar (e como!). É para sair do cinema pensando “O que estou fazendo com a minha vida?”. É se sentir um pouco mais pé no chão sobre os resultados de nossas escolhas. Por fim, é tudo uma reflexão muito positiva.

Esse é um filme para se apaixonar, torcer pelos protagonistas e vibrar muito com suas conquistas. É para sair do cinema com vontade de escutar a trilha sonora de novo. Não é atoa que La La Land é recordista do Globo de Ouro e recebeu o mesmo número de indicações ao Oscar que o Titanic.

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Uma febre: Star Wars

Cá estou eu, depois da minha segunda vez assistindo Star Wars: The Force Awakens. Ainda meio boba, ainda muito impressionada com a grandiosidade da série.

(Se você não assistiu ainda, pode ficar tranquilo, não haverá spoilers.)

Eu sempre fui apaixonada por séries de livros ou filmes. Séries de livros que viram filmes então, nem se fala. Minha estante é cheia delas. Acho que por nunca me sentir completamente satisfeita ao terminar um livro muito bom ou sair do cinema depois de sensacionais oitenta minutos de filme, as séries sempre tiveram o seu lugar para mim. É que bate aquele alívio, sabe? Quando o livro termina, você pode pensar: “Foi muito bom, mas não precisa sentir esse vazio, o próximo lança ano que vem.” Quando os créditos começam, vem aquela ansiedade gostosa do tipo: “O filme foi fantástico, mas não precisa se despedir desses personagens, tem mais dois na sequência.”

Durante um bom tempo, eu nunca tinha visto Star Wars. Já sabia vários spoilers (em um mundo com The Big Bang Theory e How I Met Your Mother, como não saber?), mas não conhecia a história e muito menos os personagens. O Cris um belo dia me convenceu a assistir o primeiro filme – Episódio IV, porque ele achava um absurdo eu não conhecer essa série tão clássica. Admito que não entendia porque ele queria tanto que eu assistisse, até que foi amor à primeira a primeira vista. Em uma semana, me apaixonei pela Padmé, sofri e torci pelo Anakin, vivi aventuras junto da Princesa Leia, o Chewbacca e o Han Solo, fiquei fascinada pelo Luke e os Jedis e quis muito um R2-D2 (agora um BB-8 também!).

BB-8

Como não consigo gostar de uma coisa e não pesquisar muito sobre ela, dessa vez não foi diferente. Li tantas experiências e depoimentos fantásticos, que ficou muito clara a grandiosidade da série. Star Wars é uma história que atravessa gerações desde 1977 até os dias de hoje e que sem dúvidas continuará despertando curiosidade e fascínio, não importa a idade de seus fãs.

Para os críticos, o mais incrível é ser uma série apenas de filmes! Especialistas no assunto falam que é muito difícil prender gerações apenas por filmes, pois os efeitos mudam, a qualidade fica pra trás e é muito complicado continuar atraindo o público. Por isso existem tantos remakes. Eles dizem que séries de livros têm mais facilidade em desenvolver esse “carinho” do público, digamos assim. Mas isso não impediu que a história da equilibro da Força passasse de pai para filho e continuasse fantástica, mesmo anos depois. Afinal, não é qualquer um que arrecada mais de um bilhão de dólares em uma semana de estreia, não é?

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